MOVIMENTO RESISTÊNCIA - POR UM BRASIL MELHOR!

Para o SINDAUT todo e qualquer movimento unificado que combata as nefastas reformas do Governo Temer ? valido. Os Trabalhadores n?o podem pagar esse pato patrocinado pelos empres?rios. Leia a mat?ria extra?da do Site www.ncst.org.br e entenda.

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A Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST,  participou, nesta ter?a-feira (05/09), do lan?amento oficial do Movimento Resist?ncia - Por um Brasil Melhor! A cerim?nia, realizada no Hotel Nacional em Bras?lia- DF, reuniu lideran?as sindicais (nacionais e internacionais), jur?dicas; da sociedade civil organizada e especialistas em Direito do Trabalho e em Direito Previdenci?rio. A NCST, como relevante colaboradora do movimento, foi representada pelo vice-presidente da entidade e presidente do F?rum Sindical dos Trabalhadores - FST, Artur Bueno; e pelo diretor de Finan?as da NCST e presidente da Confedera??o dos Servidores P?blicos do Brasil - CSPB, Jo?o Domingos Gomes dos Santos.


FST LIDERA CAMPANHA NACIONAL

Liderada pelo FST, entidade que re?ne 22 Confedera??es de Trabalhadores do setor p?blico e privado, campanha nacional visa combater retrocessos resultantes das chamadas "reformas" do governo.

Artur Bueno conduziu a cerim?nia e relatou a necessidade de unificar as a??es do movimento sindical, bem como perseguir o despertar da luta de classe que, segundo o l?der sindical, ? elemento basilar na condu??o de todo e qualquer movimento de resist?ncia que tenha por objetivo impedir a escalada de retrocessos conduzida pelo governo Temer. ?N?o temos outro caminho! N?o nos foi dada outra alternativa que fosse diferente dessa a??o articulada, de ?mbito nacional, na defesa da classe trabalhadora. Fizemos den?ncia na Organiza??o Internacional do Trabalho (OIT) e estamos confiantes quanto ao apoio das organiza??es internacionais e eclesi?sticas ?s causas defendidas pelo movimento. Atuaremos de maneira coordenada em todas as regi?es do pa?s, em v?rias frentes de resist?ncia, de modo a assegurar o in?cio de um levante nacional pela soberania e pelo desenvolvimento do nosso pa?s?, argumentou o vice-presidnte da NCST e presidente do FST.

JO?O DOMINGOS - NCST : O que est? em curso ? uma agenda de extin??o do Estado na sua dimens?o de prestador de servi?o p?blico

Jo?o Domingos alertou que a m?e de todas as ?reformas? se trata, na verdade da reforma do Estado brasileiro. ? O que est? em curso ? uma agenda de extin??o do Estado na sua dimens?o de prestador de servi?o p?blico. ? reduzir o Estado a, praticamente, tr?s fun??es: a fun??o do ?rg?o repressor (de maneira a reprimir movimentos contr?rios ? agenda governamental); e a fun??o arrecadat?ria (utilizada para migrar recursos ao setor privado); e fun??o regulat?ria (para assegurar leis em benef?cio exclusivo do mercado privado, sobretudo, o financeiro). A Emenda Constitucional 95, que congela investimentos para presta??o de servi?o p?blico do Estado brasileiro por 20 anos. Todo esse tempo com o n?vel de investimento de dez anos atr?s. Um crime que desconsidera, at? mesmo, o n?vel de crescimento demogr?fico do nosso pa?s. Temos o dever de negar o termo reforma. O que est? em curso ? a aniquila??o dos direitos trabalhistas, sociais e previdenci?rios do nosso pa?s. N?s n?o podemos, tamb?m, que aceitar o equ?voco de negociar apenas com foco em nossos respectivos interesses enquanto categoria profissional. Essa luta ? pela a soberania nacional! Precisamos refor?ar campanhas contra qualquer quadro pol?tico que apoie essa agenda de desmonte, mas, tamb?m, eleger leg?timos representantes da classe trabalhadora na elei??o que se avizinha.  O chamamento para a luta de classe, t?o bem relatado pelo companheiro Artur (presidente do FST), ? fundamental para o enfrentamento do desmonte e pela defesa de princ?pios constitucionais, t?o gravemente atingidos por interesses inconfess?veis inseridos nas reformas do governo. ? nosso dever moral resistir ? tirania em curso no nosso pa?s?, refor?ou diretor de Finan?as da NCST e presidente da CSPB.


DIEESE : N?o h? nada mais relevante para o movimento sindical neste momento, do que unificar a agenda de interven??o pol?tica.

No decorrer dos discursos, houve o entendimento de que o desmonte da legisla??o trabalhista e demais pol?ticas p?blicas de prote??o social, integra uma agenda internacional que visa, sobretudo, a quebra da soberania dos Estados nacionais e a submiss?o destes aos ditames do capital financeiro internacional. ?A legisla??o est? preparada para flexibilizar contratos, sal?rios e direitos. Esse ? o novo jogo que vai passar a vigorar a partir do m?s de novembro em nosso pa?s. De um lado quebram a Justi?a do Trabalho e, de outro lado, se quebra o escudo protetor do trabalhador, que s?o os sindicatos. Sob o argumento de que est?o dando liberdade ao trabalhador, est?o aprisionando o trabalhador a ficarem ?rf?os de qualquer tipo de prote??o que, nos dias de hoje, s?o assegurados pelas entidades sindicais representantes das categorias profissionais dos trabalhadores brasileiros. N?o h? nada mais relevante para o movimento sindical neste momento, do que unificar a agenda de interven??o pol?tica. Somente na esfera pol?tica ser? poss?vel reverter o quadro de retrocessos e avan?ar pelo caminho do desenvolvimento com inclus?o alertou o diretor t?cnico do Dieese, Clemente Ganz L?cio.  

COLETA DE ASSINATURA PARA REVOGA??O DA ?REFORMA? TRABALHISTA

Conjuntamente com o lan?amento da campanha nacional, o vice-presidente da NCST e presidente do FST, Artur Bueno, estreou oficialmente a coleta de assinaturas para a viabilidade do Projeto de Lei de Inciativa Popular pela revoga??o da "reforma" trabalhista.


 Fonte: NCST

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