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28/03/2018 - DECISÃO JUDICIAL MANDA EMPZ PAGAR 200 TRABALHADORES EM 48 HORAS

  • Os trabalhadores do Grupo EMPZ, que presta serviços de gestão de temporários e terceirizados para várias empresas, como a Vivo, Claro, Samsung, Caixa, Itaú, entre muitas outras, foram dispensados e não receberam até o momento as verbas rescisórias, salário de fevereiro, tíquete alimentação, cesta básica e o saldo do FGTS que está há 11 meses sem ser depositado.

    Uma comissão de 40 trabalhadores vieram ao SINDAUT denunciar que estavam sem receber salários e que a empresa queria parcelar as verbas rescisória

    Em vista dessas e outras irregularidades o SINDAUT acionou o Ministério Público do Trabalho ? MPT - que entrou com ação civil pública com pedido de tutela de urgência a fim de assegurar os direitos trabalhistas de mais de 200 funcionários.

    O Procurador do Trabalho, Cassio Casagrande, fundamentou seu pedido de tutela de urgência no principio da conduta de má fé evidente, manifestamente dolosa por parte da EMPREZA.

    O SINDAUT através da Diretora Maria Alves (E) e o Advogado José Agripino (C) levaram o problema até o Procurador do Trabalho Cássio Casagrande (D)

    Em parte de sua ação, Cássio Casagrande disse que a EMPREZA ao perceber que perdeu contrato de prestação de serviço para outra terceirizada adotou uma estratégia criminosa bastante clara. Não pagou o salário de fevereiro aos seus empregados que seriam despedidos em março por conta da perda do contrato, de modo a deixa-los em estado de necessidade, para qua assim aceitassem a proposta (ilegal) de -parcelamento- de verbas rescisórias. Ou seja, a ré (EMPREZA) adotou uma estratégia de -chantagem- evidente. Deixou os trabalhadores a mercê, colocando-os em séria dificuldade para manter sua sobrevivência, de modo que chamassem a uma mesa de negociação enfraquecidos, aceitando qualquer proposta.

    A Juiza do trabalho, Claudia Maria Samy pereira da Silva, deferiu a tutela de urgência na forma pretendida e determinou que a empresa seja intimada a pagar os salários atrasados a todos os empregados que prestaram serviços a telefônica no prazo de 48 horas, sob pena de multa diária por descumprimento de R$ 500,00 por empregado, e pagar integralmente as verbas rescisórias, incluindo a multa do 477 da CLT.

    Os trabalhadores comemoram a decisão da Juíza do Trabalho o pagamento imediato. 

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